sexta-feira, 24 de novembro de 2017

As mais famosas - e lucrativas - séries de filmes baseadas em livros

Para celebrar o Dia Mundial do Livro (23/04), o cineasta brasileiro, residente de Los Angeles Daniel Bydlowski selecionou uma lista das franquias cinematográficas mais famosas baseadas em sagas literárias, e que foram sucesso de bilheteria arrastando bilhões de espectadores para as salas de cinema do mundo inteiro. 

Harry Potter – J.K Rowling

Baseada na série de sete romances da britânica J. K. Rowling, a qual narra as aventuras do bruxinho Harry Potter em Hogwarts. Além de bater todos os recordes de vendas de livros na época de estreia, os títulos adaptados para as telonas são também a franquia de maior sucesso de bilheterias dos cinemas, lucrando cerca de 8 bilhões de dólares ao longo dos oito filmes produzidos entre 2001 e 2011.

O Senhor dos Anéis - J. R. R. Tolkien

A trilogia fantástica O Senhor dos Anéis escrita pelo britânico J. R. R. Tolkien, veio primeiro que outro livro de sucesso do escritor, O Hobbit, e logo se desenvolveu numa história muito maior. Escritos entre 1937 e 1949 e adaptados para o cinema pela primeira vez em 2001, juntas, as sagas O Senhor dos Anéis e o Hobbit contam com seis longas metragens e vários Oscars no currículo. A arrecadação média de bilheteria do sucesso está em torno de 5 bilhões de dólares.

Crepúsculo – Stephenie Meyer

A série de fantasia e romance escrita por Stephenie Meyer, ao longo de 4 livros, narra a história do triângulo amoroso entre Bela, uma jovem humana, Edward, um vampiro e Jacob, um lobisomem. A saga que se transformou em um verdadeiro fenômeno chegou aos cinemas em 2008, alçando Kristen Stewart, Robert Pattinson e Taylor Lautner ao estrelato. Ao longo de cinco filmes – o último volume da série, Amanhecer, foi dividido em dois longas – rendeu uma bilheteria de cerca de 4 bilhões de dólares.

As crônicas de Nárnia – C. S. Lewis

Os sete romances de alta fantasia escritos pelo irlandês C.S. Lewis, traduzidos para 41 idiomas diferentes e tendo vendido mais de 120 milhões de cópias, figuram a lista de obras literárias mais bem sucedidas de todos os tempos. Adaptadas diversas vezes para rádios, teatros e televisão, a obra estreou no cinema apenas em 2005. Com apenas três filmes, a saga que foi vista ao cinema pela última vez em 2010, arrecadou mais de 1, 5 bilhões de dólares entre 2005 e 2010.

50 tons de cinza – E L James

A trilogia que surgiu primeiramente como uma fanfiction da Saga Crepúsculo, a qual a autora E.L.James é muito fã, vendeu mais de quarenta milhões de cópias em 37 países. Com o sucesso estrondoso, não demorou para o soft-porn ganhar espaço nas telonas. O primeiro filme da franquia atingiu a marca de 1,5 bilhões de dólares em bilheterias, já o segundo arrecadou 22 milhões. O próximo filme da saga, Cinquenta tons de liberdade, tem previsão de estreia para fevereiro de 2018.

Jogos Vorazes – Suzanne Collins

Os livros de aventura e ação em um futuro distópico lançados pela autora Suzanne Collins em 2008, chegaram ao Brasil apenas em 2009. Traduzido para 26 idiomas diferentes e com os seus direitos vendidos para 38 países, não demorou para a trilogia virar série cinematográfica em 2012. Com quatro filmes, a história da Katniss Everdeen (Jennifer Lawrence) e Peeta Mellark (Josh Hutcherson) arrecadou mais de 2,2 bilhões de dólares.
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quinta-feira, 23 de novembro de 2017

k-drama: a febre coreana chega ao Brasil na literatura


Inspirada nos Dramas Coreanos, Gaby Brandalise escreve Pule, Kim Joo So, uma história comovente que lembra as produções televisivas da Coreia do Sul, uma febre em vários lugares do mundo. Publicada pela Verus – Grupo Record, a obra é uma das poucas homenagens a essa cultura, que se expande cada vez mais e encontra vertentes até aqui no Ocidente.

Fiel à dramaticidade do estilo do K-drama, a autora faz com que os personagens levem o leitor das gargalhadas às lágrimas em questão de linhas. A intenção dela era que os protagonistas não parassem de se mover, como em um roteiro, e as pessoas tivessem a sensação de estar “assistindo ao livro”. Além das frases curtas que aceleram os passos da narrativa e deixam sem fôlego.

O romance entre Marina e Kim Joo So começa com muitas aventuras, desejos, violência e perseguição. A brasileira e o coreano se encontram de forma inusitada no aeroporto, machucados física e emocionalmente, e começam uma história de amor.

As lágrimas de So molharam seus ombros. Ele a beijou na testa, mantendo os lábios ali, trêmulos, pressionando Marina contra seu corpo, como se não fosse largá-la mais. — So, eu estou bem — disse, fraca. — Eu juro, estou bem.

A cultura da Coréia do Sul marca presença em Pule, Kim Joo So, baseado em doramas, e, ainda, Gaby Brandalise insere palavras, estilos e costumes do país que representa um dos três tigres asiáticos.

Ao dar o play nessa história, o leitor também se sentirá completamente imergido no mundo K-pop, assim como nos sentimos ao ler o manuscrito pela primeira vez. O romance entre Marina e So não é apenas uma história: é uma aventura do começo ao fim. Em lugares opostos do globo, eles têm uma vida muito semelhante, ambos presos aos próprios enredos, medos e deslizes.
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quarta-feira, 22 de novembro de 2017

"A História Secreta das Histórias em Quadrinhos de Robert Kirkman" estreia no AMC


"A História Secreta das Histórias em Quadrinhos de Robert Kirkman" estreia no AMC em 21 de novembro, às 21h30. Os seis episódios vão ao ar sempre no mesmo horario, às terças-feiras. Com produção de Robert Kirkman, a série apresenta personagens e eventos que transformaram o mundo dos quadrinhos, além de trazer entrevistas exclusivas com ícones como Stan Lee, Patty Jenkins, Lynda Carter, Kevin Smith, Famke Janssen, JK Simmons, Michelle Rodriguez e Todd McFarlane.

Além de Kirkman, a série também tem produção de David Alpert ("The Walking Dead", "Fear the Walking Dead"), Bryan e Sean Furst ("Daybreakers", "Dados"), Daniel Junge ("Saving Face", "Being Evel") e Rory Karpf ("The Book of Manning", "Dale").

"Meu amor pelo mundo dos quadrinhos não tem limites", diz Kirkman. "É um universo de histórias incríveis que impulsionaram a cultura pop durante décadas. Ser capaz de explorar os cantos escondidos deste mundo me levou a descobrir segredos que eu não sabia. Foi um prazer fazer esta série e estou muito entusiasmado em compartilhá-la com o mundo", completa.

Além de "A História Secreta das Histórias em Quadrinhos de Robert Kirkman", o AMC estreia em 2018 "A História da Ficção Científica de James Cameron", "A História do Terror de Eli Roth" e "O Anuário do Rap", todas sob a produção executiva de Black Thought e QuestLove.
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Conheça Desejo oculto, obra escrita por L.M. Gomes


A paulista filha de maranhenses, L. M. Gomes, acaba de lançar pela Rico Editora uma obra que vai fazer os leitores revelarem os segredos mais profundos. Desejo oculto, romance hot de muito sucesso na Amazon, recebe versão impressa pela casa editorial.

Na obra, Manuela, não estava feliz com o rumo que sua vida. Uma mulher que não se sentia satisfeita com um relacionamento já fracassado, com um cara que só se importa com seu próprio prazer, embarca em uma aventura sexual muito excitante. Ela se redescobre, se deixa levar pela luxúria. Descobre que ela pode ser uma mulher realizada. E tudo começa quando se encontra com David Owen.

David e Manu vivem cada momento juntos com muita intensidade. Ela quer mais, porém David não pode dar o que ela quer. O que ele deseja é viver um dia de cada vez, com muito sexo, fantasias, desejos ocultos. Eles estão cientes de suas escolhas, mas no coração não se manda, e as coisas poderão mudar quando sentimentos se mostrar mais fortes.

“Eu sou parte dos teus sonhos, e você será sempre parte dos meus delírios.”

L. M. Gomes mostra ao leitor um romance totalmente diferente do tradicional, expondo um novo jeito de ser e uma nova possibilidade de felicidade, e ainda assim mantendo a intensidade no limite mais alto.
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terça-feira, 21 de novembro de 2017

Plataforma 11 conta uma história apaixonante


Um encontro casual, marcado pela inocência da infância. Um amor além das fronteiras, forjado pelo tempo. Esta é a história do encontro, desencontro e reencontro de duas almas destinadas a estarem juntas.

Quando Paulo Muzy colocou seus olhos em Roberta, seu mundo virou de cabeça para baixo. Ele nunca poderia imaginar que os sentimentos que via tremular nas linhas dos poemas românticos fossem tão ou mais real que o ar que respirava. Roberta enxergava apenas o amigo, quando na verdade tinha diante de si o grande amor de sua vida. Mas quando percebeu, já era quase tarde demais...

“Uma história encantadora que mostra que, quando o amor está destinado a acontecer, não importa o tempo, os acontecimentos, os obstáculos... ele sempre sairá vitorioso no final. E o final da história desse casal é lindo!”
M. S. Fayes

Sobre os autores

Roberta Carbonari Muzy nasceu em 1980 e cresceu em São Paulo. Foi comissária de vôo antes de cursar sua primeira faculdade na área de administração de empresas e seguiu carreira executiva por 12 anos, até decidir empreender seus próprios negócios. Proprietária e sócia de duas empresas, uma no ramo da saúde e outra de consultoria de negócios, sempre usou de seu tempo livre para ler e escrever, algumas páginas deste livro têm mais de 20 anos, publicá-las sempre foi um desejo que se concretizou a quatro mãos junto a sua maior realização de vida: o amor. 

Paulo Cavalcante Muzy nasceu no sítio Pérola, entre os municípios de São Carlos e Descalvado, as 7 horas da manhã uma segunda-feira, portanto, depois de um banho, já estava pronto para o trabalho naquele 16 de julho em 1979. Cresceu em Marília e aos 13 anos encontrou seu amor na Praia Grande. Fez Faculdade de medicina em São Paulo, aos 24 formou-se médico pela Escola Paulista de Medicina (que os menos românticos e mais modernos chamam de Unifesp) , serviu então o Exercito Brasileiro com Oficial Médico e aos 27 terminava sua residência médica em Ortopedia e Traumatologia na sua faculdade de origem. Só leu medicina nessa vida e nunca teve tempo para nada sempre estando em dois lugares ao mesmo tempo. Tendo feito durante e depois disso tudo 5 pós-graduações na área de medicina, nutrologia e exercício, nenhum tempo teve para se dar ao luxo a ler romances. No máximo se emocionou com alguns artigos científicos desalmados e sem coração.
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Participe do concurso "É coisa de preto" e tenha chance de publicar sua obra



Quer ver seu livro publicado? Então não desperdice essa chance! Com o concurso cultural "É coisa de preto", a Rico editora está a procura de romances de escritores negros protagonizados por personagens também negros. O vencedor terá seu romance publicado.

Cada participante, com obra já publicada ou não, poderá inscrever seu romance (adulto, infantil ou adolescente) a partir do dia 20 de novembro de 2017. A data de término do concurso acontece no dia 20 de janeiro de 2018, sendo aceitas postagens por e-mail até às 23h59.

A obra vencedora será publicada na Bienal de São Paulo de 2018, com lançamento e autógrafos do autor.

Confira o edital no site da editora: http://bit.ly/2AKP7ZM
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segunda-feira, 20 de novembro de 2017

Conheça Acácio Nobre, o gênio português apagado pela ditadura de Salazar


Algumas vezes, o personagem que todo mundo deveria conhecer é justamente aquele que acaba apagado da história.

É o caso do gênio português Acácio Nobre, uma figura que sempre esteve muito à frente de seu tempo e não por acaso teve quase todos os seus rastros destruídos pela ditadura salazarista.

Para sorte nossa, a escritora e dramaturga portuguesa Patricia Portela, depois de um esforço de 16 anos de pesquisa, conseguiu resgatar grande parte desta trajetória em A COLEÇÃO PRIVADA DE ACÁCIO NOBRE, um livro original, íntimo e fascinante que a Dublinense tem o orgulho de lançar agora no Brasil.

Acácio Nobre (1869?-1974) foi um visionário. Artista. Cientista, matemático, bioengenheiro, poliglota. Apoiador de tudo que pudesse ser genuinamente revolucionário.

Conviveu com Fernando Pessoa, Herman Melville e até Einstein. Construiu quebra-cabeças geométricos, projetou construções impossíveis, inventou o que pode ser considerado um precursor do video-game, planejou e lutou sozinho por uma refundação do sistema educacional português, envolveu-se nas vanguardas artística e literária. Foi, antes de tudo, um notável pensador.

E foi um tanto excêntrico, também. Não se deixava fotografar. Achava absurdo levar bagagem pessoal para onde quer que fosse viajar, mas jamais deixava de carregar consigo um gigantesco fonógrafo nada portátil.

Mas como contar a história de uma personalidade tão ímpar?

O universo acaciano, neste livro, é recriado a partir de cartas, objetos e fragmentos de lembranças, imagens que reconstroem a memória e recuperam a incrível trajetória deste "Leonardo da Vinci português".
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domingo, 19 de novembro de 2017

Representatividade em cena: Por que é importante?


O espaço para pessoas negras na TV, literatura ou cinema não é o mesmo que da população branca. Após centenas de reivindicações de ativistas raciais, as coisas parecem estar mudando, mesmo que lentamente. Nos últimos anos, a representação negra - apesar de ainda ser pequena se comparada a branca – vem crescendo na cultura pop. Hoje em dia séries, livros e filmes têm mais protagonistas negros e mais personagens em posições de igualdade, não apenas em papéis subalternos ou de servidão.

Séries como How to get away with murder, Scandal e Empire, filmes que exploram heróis negros como Pantera Negra ou livros como as da autora nigeriana Chimamanda Ngozi Adichie, colocam o negro em posições centrais e de relevância.

A atriz americana Leslie Jones contou em um programa de TV em 2016 como se emocionou ao ver uma atriz negra quando era criança, e relatou o quanto significou para ela se ver representada na tela. Da mesma forma, o crescimento da venda de produtos e cosplays de personagens femininas entre as crianças, mostra como se ver nas telas é significativo, principalmente para as minorias.

Pensando nisso, no cenário nacional, podemos encontrar a obra “A gente dá certo” de Leonardo Antan, que além de contar uma história gostosa, regada a música e cultura brasileira, tem uma cativante protagonista negra. Juliana é uma personagem forte que traz consigo as marcas que a moldaram durante a vida. Negra, periférica e bissexual nunca se acostumou com as portas fechadas pela segregação e se manteve altiva frente as dificuldades que enfrenta.

O livro levanta discussões relevantes da sociedade como diversidade racial e sexual. Quando se reencontram dez anos após uma separação trágica, Juliana e Rodrigo não se reconhecem mais. Transformados em pessoas completamente diferentes tanto tempo depois. Ela é uma militante negra, engajada, bissexual, que passeou indecisa por diversos cursos das áreas de Humanas. Ele é hétero, branco e não encontra muitos preconceitos sociais em sua trajetória de estudante de Administração, levando uma vida confortável.

“Apesar de eu não optar por cenas que deixassem claro o preconceito, alguns diálogos discutem como a questão racial é muito mais complexa que atos de discriminação explícitos. O racismo está na nossa sociedade de maneira estrutural, impedindo pessoas de acessarem diversos espaços e situações. A relação dos protagonistas exemplifica um pouco isso, já que Rodrigo possui muito mais ‘privilégios’ durante sua trajetória que Juliana.” contou o autor ao explicar os motivos que o levaram a escolher um casal inter-racial como protagonista.

Dos dois lados, há radicalidades, intolerâncias, falta de diálogos e maniqueísmos, dividindo os debates em todas as esferas sociais. Juliana e Rodrigo poderiam ser dois jovens que discutem sobre a visão de vida e sociedade oposta em que vivem, mas o amor que tiveram mais jovens os reconecta. Assim, ambos dão a chance de se escutar e debater verdadeiramente suas perspectivas de mundo. Mesmo que muitos pontos ainda continuem conflitantes, o diálogo é chave fundamental para uma transformação necessária na vida de ambos.

“Foi quando entrei para Ciências Sociais, passando a conviver com novos amigos e repensando um milhão de questões. Eu refleti e falei: por que fico alisando meu cabelo, se ele pode ser bonito ao natural também? Não preciso esconder as minhas raízes ou quem eu sou para agradar alguém... Foi uma transição complicada.” Leonardo Antan – A gente dá certo – Pag. 18
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